Imagens de satélite na Web são criticadas

O acesso fácil na Internet a imagens via satélite, como as usadas pelos serviços de resgate em Nova Orleans, despertaram a preocupação de governos asiáticos em relação à segurança. Eles alegam que a tecnologia pode colocar instalações sensíveis em perigo.

Saiba mais sobre o Google Earth

Tailândia e Coréia do Sul fizeram as críticas mais veementes à nova ferramenta de buscas, na quarta-feira, atacando serviços como o Google, que opera o site www.earth.google.com, e exigindo que Washington tome providências. "Estamos estudando possíveis restrições a imagens com esse nível de detalhe, especialmente de edifícios públicos", disse o major-general Weerasak Manee-in, porta-voz das forças armadas tailandesas, à Reuters. "Creio que imagens de atrações turísticas são suficientes."

Imagens via satélite fornecidas pelo Google vêm sendo usadas amplamente pelas redes de TV para mostrar os danos causados pelo furacão Katrina. Tecnologia do tipo também vem sendo usada pelas autoridades que coordenam as operações de resgate e assistência na área devastada.

O Google classifica o serviço como "interface tridimensional com o planeta." Qualquer usuário da Internet pode obter imagens detalhadas de cidades de todo o mundo, observando uma rua específica, por exemplo.

As forças armadas tailandesas discutirão a tecnologia com agências de segurança e telecomunicações antes de abordar o Google e outras empresas que oferecem esse tipo de serviço, disse Weerasak. Uma porta-voz do Google no Japão se recusou a comentar o assunto.

Funcionários do governo sul-coreano alegaram ter feito contato com representantes do governo norte-americano em Washington para expressar suas preocupações quanto ao produto Google Earth.

Entre os edifícios que podem ser vistos com o Google Earth, com um pacote de alta resolução, estão a residência do presidente sul-coreano, bases militares e o comando de defesa e segurança do país. O governo restringe as informações quanto à localização dessas instalações, e sua disposição.
 
Reuters

 
 
 

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